17 de jul. de 2012

Um coração que espera.












Espalha as brasas que
fomenta as tristezas, oh vento,
desfaça as nuvens de incertezas
que invade os corações.

Desencadeia o sol escondido e
floreia as margens áridas;
morada das alegrias.
E cobre  os nossos jardins!

Preenche as lacunas, e os espaços
deixados pela evasão de um amor.
Não deixe solitário um coração,
sem flor, ele espera!

Mariangela Vieira