13 de ago. de 2012

Coração de poeta.















Oh lua!
Que brilho é esse neste infinito longínquo...
Ofuscando o olhar de um poeta,
que tenta encontrar respostas,
mas seu coração não aceita.

Salve oh lua
com sua beleza profunda,
das tristezas que chegam caladas,
querendo entrar neste coração de poeta
que tanto as rejeitam.

Num coração trovador de poeta
as tristezas não podem morar,
Somente as alegrias,
para outros corações
iluminar.

Mariangela Vieira