13 de ago. de 2014

Como borboletas.














Como borboletas,
A saírem dos casulos querendo voar;
São os versos sentidos dentro de mim
Que palpitam querendo sair.

São versos puros, e até infantis
Que brotam em meu coração,
Querendo voar por ai
Em busca de horizontes sem fim.

A deixar rastros de amor
Em cada desabrochar da flor
Que espera sedenta,
A retribuir com doces perfumes.

Mariângela Vieira