Como borboletas,
A saírem dos casulos querendo voar;
São os versos sentidos dentro de mim
Que palpitam querendo sair.
São versos puros, e até infantis
Que brotam em meu coração,
Querendo voar por ai
Em busca de horizontes sem fim.
A deixar rastros de amor
Em cada desabrochar da flor
Que espera sedenta,
Que espera sedenta,
A retribuir com doces perfumes.
Mariângela Vieira
