21 de ago. de 2014

Como rosas...














As águas do mar
Fazem ecoar
Um bramir fúnebre.

Das ondas revoltas
Que acompanham
O cântico das vidas.

Que, como rosas...
Foram lançadas ao mar 
E destroçadas.

Pois tiveram todos os
Seus sonhos e aromas 
Roubados.

E como bandeira da paz,
Lançam espumas
Brancas e fugazes.

Refletindo o sol da vida,
Que já nem quer 
Brilhar mais.

Em protesto a tantas vidas 
Desrespeitadas e perdidas.
E pelo respeito à vida!


Mariângela Vieira