Fazem ecoar
Um
bramir fúnebre.
Das ondas revoltas
Que
acompanham
O cântico das vidas.
Que, como rosas...
Foram lançadas ao mar
E destroçadas.
Pois tiveram todos os
Seus sonhos e aromas
Roubados.
Roubados.
E como bandeira da paz,
Lançam espumas
Brancas
e fugazes.
Refletindo o sol da vida,
Que
já nem quer
Brilhar mais.
Brilhar mais.
Em protesto a tantas vidas
Desrespeitadas e perdidas.
E pelo respeito à vida!
Mariângela
Vieira
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