9 de out. de 2014

Minha quietude.






Hoje estou quieta.

Preciso da minha solidão boa,

Do meu caminho quieto.

Sem minha ventania

Costumeira.

Vou deixar-me quieta

Em meu canto,

Como a uma flor escondida

Entre as ramagens.

Ou como um espelho d'água cristalina

A olhar o céu

Repleto de borboletas e

Pássaros à voar.

Hoje, só esse céu me basta.


Mariângela Vieira