7 de jan. de 2015

Liberdade.

















Dou viva a liberdade!
Ando por ai sem véu.
Sigo meus caminhos...
Mesmo ferindo meus pés
em alguns espinhos.
Sinto-me viva!
Não sei se é utopia ou ideal.
Mas luto pela vida.
E em saber ser livre...
E não ser como uma gota d’ água,
Presa à folha,
Indecisa em cair.
Com minhas mãos sobre meus olhos,
Enxergo minha estrada,
Lá adiante!
Estrada da esperança.
Bem maior que o horizonte.
E que o meu coração pode sentir.


Mariângela Vieira