16 de abr. de 2015

Nossa alma

















Alma, altiva e casta,
Renega as dores com louvor
E se joga como a onda,
No encontro do amor.

Num gesto de brandura doce...
Fixa seu olhar no amor que o destino trouxe,
Encerrando as mágoas
E aninhando as dores.

E juntos seguem o caminho
Numa gostosa sensação do estar presente,
Porque em ti concentra
Tudo que de bom existe.

Alma altiva e casta...
Que agora treme só de ouvir o teu nome.
E quando sente teu olhar, delira!
Neste alento que abrasa.

Mariângela Vieira