22 de jun. de 2015

Derradeira luz.












Eu vim das duras realidades!
cresci nas tempestades mais duras, 
que me açoitaram, como profundos ventos.
Agora sigo a desbravar meu mundo,
repleto das mais sinistras venturas.

Sigo sim!
Mas o que é belo e puro.
Escalo feliz a íngreme subida 
do meu calvário.
Apesar dos pesares, que padece
o meu mundo.

Trago em mim um espirito feliz.
Mesmo com lembranças fecundas  e uma visão corajosa,
pra escalar as loucuras da minha encosta.

E as dores da caminhada
eu resistirei,
até a luz derradeira rumo a tua face.
Beleza mais pura que seguirei!
Onde com amor soprarei os meus versos.


Mariângela Vieira