Eu queria o mundo,
Com a transparência das águas.
Como o regato.
Que sem banalidades,
Desce livre as encostas.
Eu queria o mundo,
Que torna o nosso viver bem feliz.
Sem amarras e sem correntes,
Como o voo das gaivotas, livres.
Que sentem nos pingos das chuvas, A magia de cada gota.
Eu queria o mundo,
aquecido e repleto de afeto.
Como o sol que desponta no Horizonte,
Ou as nuvens,
Que enfileiradas se vão sorrindo.
Mariângela Vieira