Carrega livremente teus versos,
Sem as lágrimas
pesadas dos fardos presas na garganta,
Como
espinhos.
Dedilha teus sons
descobrindo
teus segredos,
Sem medo!
Com rimas percorrendo
teus pensamentos.
E no silêncio das noites perfumadas,
Com o céu de lindas
matizes,
Não deixe o
poema morrer
Como flores presas entre as Ramagens!
Neste teu corpo livre de culpas,
Nesta única forma
de amar em Silêncio.
Ama a lua,
as flores, e todas as Criaturas!
E carrega um
poema no sorriso.
Mariângela Vieira
