Quantas pessoas por aí,
Sózinhas...
Percorrendo os espaços públicos poluídos e saturados.
Caminham distraidamente,
Sem perceber que o sol ou a lua abraçam-lhes,
Para que nunca se sintam sozinhas.
Olham apenas, sem nada ver.
Percorrendo os espaços públicos poluídos e saturados.
Caminham distraidamente,
Sem perceber que o sol ou a lua abraçam-lhes,
Para que nunca se sintam sozinhas.
Olham apenas, sem nada ver.
Nem o ontem, nem o amanhã,
Sem nenhum horizonte, talvez.
Andam displicentes.
Passam por tantos lugares!
E por onde passam são escorraçadas.
Quantas tristezas carregam no olhar...
Andam displicentes.
Passam por tantos lugares!
E por onde passam são escorraçadas.
Quantas tristezas carregam no olhar...
Sem acreditar que Deus está a cuidar!
Mariângela Vieira