22 de jan. de 2013

Madrinha lua!

















Aqui nesta clareira contemplando a lua cheia,
uma névoa  fina encobre meu coração,
rouba-me lágrimas e me causa solidão.

Fixo meu olhar no céu  estrelado e as
estrelas  brilhantes ou apagadas,
são como as fagulhas do meu coração.

Meus pensamentos voam...
como um avião perdido, despatriado,
longe da sua nação.

Eu peço a mãe dos solitários, que não me
deixe entristecida e, que as tristezas do passado
não façam partes da minha vida.

E que este meu jardim tão ressequido, seja novamente
cultivado.  Oh deusa dos enamorados,
das minhas alegrias seja a minha madrinha!

Mariangela Vieira