Sombra...
É nela que tua alma magoada se esconde.
Com um sol insistente brilhando lá fora,
O teu dia de luz já quase nem existe!
Mesmo com um raio de sol tentando entrar,
Ela resiste!
E você chora,
Ao pensar que já cai a tarde,
E você chora,
Ao pensar que já cai a tarde,
E também, em tudo o que há lá fora!
Lembra-se das folhas brilhando orvalhadas...
Das crianças brincando, correndo livres!
E do teu perfume, exalado na alma...
E do teu perfume, exalado na alma...
E você fala: Vai sombra, embora!
Mariângela Vieira
